Em novembro de 1981, num sábado à noite estávamos eu e meu primo Caiçara Miranda no Sala de Bar em Caçapava do Sul, quando chegou um amigo dele e nos convidou para irmos a uma festa em São Sepé. Este amigo é o mesmo que dizia ter ido na "zona" e transado com uma virgem. Pode isto? O cara tinha saído da casa da namorada e estava com o carro do pai dela, o mesmo que nos levaria na viagem. São Sepé era sinônimo de festa e naquela noite estava acontecendo uma no principal clube da cidade com desfile de modelos e etc.... Claro que fomos para lá. Conseguimos umas namoradas e como estava comemorando meu primeiro salário de CR$ 30.000,00 (Trinta mil cruzeiros) como contínuo do Banco Sulbrasileiro, descarrilhei. Que porre. Na volta da viagem começou a dar vontade de vomitar o que acabou acontecendo, e como estávamos no carro do sogro do amigo do meu primo, não poderíamos deixar vestígios. Acho que teria emporcalhado o carro todo, não fosse o Caiçara ter aparado com as mãos e evitado o pior. Foi por uma ótima causa, afinal de contas como iríamos devolver o carro ao dono todo sujo? Até hoje sou cobrado por este ato como se tivesse feito algo muito grave, mas não foi nada que machucasse. Tá certo que fui um pouco desagradável. Já pedí desculpas diretas ao Caiçara, várias vezes, mas nunca de forma pública o que faço agora. Só lamento que isto não dê direito a créditos futuros.
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