Passei o final de semana dos dias 22 e 23 de maio em Caçapava do Sul, minha terra natal. No sábado à tarde, participei juntamente com amigos de mais 30 anos, da edição anual de 2010 do jogo entre as equipes da SACS Porto Alegre contra combinado de Caçapavanos radicados no município, realizado no Estádio Municipal Aristides Macedo. Vencemos o jogo pelo placar de 4X3, sendo que marquei um dos gols, relembrando os velhos tempos naquele gramado. À noite participei de um baile em comemoração do aniversário de 110 anos do Clube União Caçapavana, em que recebí de surpresa justa homenagem a meu pai (Eno Chaves Miranda), que presidiu a entidade por duas gestões, onde fui recepcionado pelo casal presidente Antonio e Marisa Oberto e pelo Sr. Catarino Coutinho e Dona Lizete, com quem troquei cordiais cumprimentos. Para completar, gostaria de salientar a excepcional acolhida que tivemos na residência da minha prima Mariane de Macedo, assessorada por sua mãe, Tia Doda. Escrevo isto para reforçar que jamais devemos esquecer nossas origens e que em cada lugar passei ou evento que participei, estive ao lado de pessoas que foram fundamentais na formação do meu caráter. Fiquei muito feliz. Juntamente com o Eduardo, meu filho, gostaria de agradecer a todos.
MacedodeMiranda
domingo, 1 de agosto de 2010
Evento Esportivo e Social 110 anos do CUC
Passei o final de semana dos dias 22 e 23 de maio em Caçapava do Sul, minha terra natal. No sábado à tarde, participei juntamente com amigos de mais 30 anos, da edição anual de 2010 do jogo entre as equipes da SACS Porto Alegre contra combinado de Caçapavanos radicados no município, realizado no Estádio Municipal Aristides Macedo. Vencemos o jogo pelo placar de 4X3, sendo que marquei um dos gols, relembrando os velhos tempos naquele gramado. À noite participei de um baile em comemoração do aniversário de 110 anos do Clube União Caçapavana, em que recebí de surpresa justa homenagem a meu pai (Eno Chaves Miranda), que presidiu a entidade por duas gestões, onde fui recepcionado pelo casal presidente Antonio e Marisa Oberto e pelo Sr. Catarino Coutinho e Dona Lizete, com quem troquei cordiais cumprimentos. Para completar, gostaria de salientar a excepcional acolhida que tivemos na residência da minha prima Mariane de Macedo, assessorada por sua mãe, Tia Doda. Escrevo isto para reforçar que jamais devemos esquecer nossas origens e que em cada lugar passei ou evento que participei, estive ao lado de pessoas que foram fundamentais na formação do meu caráter. Fiquei muito feliz. Juntamente com o Eduardo, meu filho, gostaria de agradecer a todos.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Festa em São Sepé.....no carro do sogro.
Em novembro de 1981, num sábado à noite estávamos eu e meu primo Caiçara Miranda no Sala de Bar em Caçapava do Sul, quando chegou um amigo dele e nos convidou para irmos a uma festa em São Sepé. Este amigo é o mesmo que dizia ter ido na "zona" e transado com uma virgem. Pode isto? O cara tinha saído da casa da namorada e estava com o carro do pai dela, o mesmo que nos levaria na viagem. São Sepé era sinônimo de festa e naquela noite estava acontecendo uma no principal clube da cidade com desfile de modelos e etc.... Claro que fomos para lá. Conseguimos umas namoradas e como estava comemorando meu primeiro salário de CR$ 30.000,00 (Trinta mil cruzeiros) como contínuo do Banco Sulbrasileiro, descarrilhei. Que porre. Na volta da viagem começou a dar vontade de vomitar o que acabou acontecendo, e como estávamos no carro do sogro do amigo do meu primo, não poderíamos deixar vestígios. Acho que teria emporcalhado o carro todo, não fosse o Caiçara ter aparado com as mãos e evitado o pior. Foi por uma ótima causa, afinal de contas como iríamos devolver o carro ao dono todo sujo? Até hoje sou cobrado por este ato como se tivesse feito algo muito grave, mas não foi nada que machucasse. Tá certo que fui um pouco desagradável. Já pedí desculpas diretas ao Caiçara, várias vezes, mas nunca de forma pública o que faço agora. Só lamento que isto não dê direito a créditos futuros.
O Sonho que não virou realidade......
No final de 1980, minha prima Rosane Miranda e seu marido Neidir Souza me convidaram para passar alguns dias de férias na sua residência em Porto Alegre. Passamos as festas de final de ano em Caçapava e partimos. Quando cheguei, Neidir sabendo que adorava jogar futebol, perguntou despreteciosamente se eu aceitaria fazer testes no Grêmio, já que sou colorado. A princípio achei que era brincadeira, por ser ele um tremendo brincalhão. Mas a insistência me fez acreditar que se tratava de algo mais sério, pois o contato com o clube seria um colega seu, delegado de polícia chamado Antônio Augusto que trabalhava também como plantão esportivo no Correio do Povo e Rádio Guaíba. Partí então para uma peneira juntamente com aproximadamente 280 meninos da minha idade, combinados de que meu pai a princípio não saberia pelo fato de não simpatizar com a idéia, que era meu grande sonho. Seu Eno gostaria que eu fosse aprovado no concurso para o Banco do Brasil. Bem, durante os meses de janeiro e fevereiro, todos os dias eu treinava na parte da tarde em um campo que tinha mais areião do que grama, onde hoje virou estacionamento do estádio. À medida que os dias iam passando alguns iam sendo eliminados. A coisa foi ficando séria, já que o funil ia apertando e não me mandavam embora. Acho que meu padrinho era bom, apesar de negar que tenha tido influência quando fiquei entre os 23 escolhidos e convidados a permanecer por mais algum tempo. Na época eu levava uma pequena vantagem porque era canhoto e tinham poucos que usavam a perna esquerda como preferencial. Fiquei muito feliz, mas sabia que seria impossível convencer meu pai. Neidir, Antônio Augusto e um dirigente do Grêmio, se encarregariam da missão que não teve sucesso, conforme eu já esperava. A meu pedido, isto ficou guardado em segredo, inclusive de meus amigos mais chegados Foi uma grande frustração da minha vida. Eu nem sei se seria aproveitado já que apenas seríamos mais testados com um grupo fechado por mais algum tempo. Passado isto, voltei para Caçapava, já que março se aproximava juntamente com o início do ano letivo e já estava matriculado no colégio. Fiquei com a sensação de que nunca mais jogaria futebol, mas logo depois já me encotrava nos campinhos da Piscina, do Hermínio e da Casa da Moda com meus amigos de sempre. Depois acabei virando bancário por 17 anos. De tudo isto, o pior foi a perda do grande amigo Neidir que teve sua vida interrompida poucos anos depois. Agradeço muito à Rosane por ter me acolhido em sua casa, a mesma que vive até hoje, com seu filho Ernani, na Rua Euclides da Cunha. Este texto ficou como rascunho desde a criação do blog, pois não tinha a intenção de publicá-lo, até que minha irmã, Fernanda, leu e pediu que divulgasse, já que tem pessoas muito legais envolvidas.
sábado, 3 de julho de 2010
Tratamento para Crescimento
Em 1973, minha mãe, Dona Júlia e a mãe do Fernando Alves, Professora Maria Augusta, deliberaram que tínhamos problemas de estatura, ou seja, éramos baixos para nossas idades. Lá viemos de Caçapava para um possível tratamento. A clínica escolhida para os primeiros exames foi a do Dr. Henry Wolf, que ficava na esquina das ruas Florêncio Ygartua com Mostardeiro no bairro Moinhos de Vento. Tudo corria bem até que os exames começariam com uma coleta de sangue que o Fernando fez normalmente. Quando chegou minha vez, o medo da agulha, me fez criar um verdadeiro tumulto dentro da clínica. Tentei fugir, gritando que "não queria crescer", que "queria ser baixinho", dentre outras palavras impublicáveis, mas errei o caminho, pois quando comecei a correr, ao invés de fazer isto para o lado da rua, fui na direção contrária chegando até o pátio com alguns muros. O primeiro pulei, mas no segundo os enfermeiros conseguiram me capturar e obviamente, me imobilizar para a coleta. Na segunda etapa, fomos sozinhos à clínica para a continuação do tratamento e na volta pegamos um taxi, que naquela época eram todos fuscas e não tinham o banco dianteiro do carona. Foi uma aventura até chegarmos à casa de um tio do Fernando que morava perto do Estádio Olímpico. O motorista era completamente maluco, pois andava em altíssima velocidade e fez o trajeto em sua totalidade com a mão na buzina, o que nos deixou assustados. Ao desembarcarmos do táxi, rimos muito. O fato é que os médicos chegaram a conclusão que não tínhamos problema algum, ou seja, que o crescimento ocorreria de forma normal, convencendo nossos pais disto, o que estamos esperando acontecer até hoje. Agradeço ao Fernando por ter me corrigido quanto ao ano, que no início havia publicado como 1977.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
GRENAL com aventura e.........
O ano, se não me falha a memória, era 1976 quando meu pai me convidou para assistir um GRENAL. Saímos no próprio dia de Caçapava após o almoço para o jogo das 16h00. Como meu convidado, veio um dos meus amigos de todas as horas, até hoje, Fernando Augusto Silveira Alves. Também nos acompanhava um amigo de meu pai, Sr. Gaudilei Monteiro Vieira. Teria sido um domingo normal de clássico, não fosse o horário que saímos de Caçapava em relação ao horário do jogo. Seu Eno Miranda era um excepcional motorista e a viagem durou menos de 2 horas em um Opala 6cc com 3 marchas (mudança de câmbio ao lado do volante). Mas o fato mais curioso ainda estava por acontecer. Terminado o jogo, meu pai resolveu passar na casa de um amigo, que morava em um edifício de alto padrão no bairro Moinhos de Vento, visita esta em que ficamos esperando dentro do carro e com a demora comecei a sentir vontade de ir ao banheiro. O tempo foi passando e a situação foi piorando, ficando de maneira insustentável. Resolví sair do carro e ir na portaria do edifício conversar com o porteiro e saber em qual apartamento meu pai estava quando identifiquei o nome do dono. As coisas foram piorando à medida que o elevador demorou a chegar ao térreo e quando entrei também demorou a chegar ao andar que procurava. Foi que tive que optar: ou fazia nas calças ou no elevador. Raciocinei rápido e como não tinha outra roupa, fui pela segunda opção. Isto mesmo, caguei no elevador e usei a própria cueca para limpar minha sujeira, a do elevador não sei até hoje quem limpou. Resolvido isto, não precisei ir até o apartamento. Na minha lembrança, tinha jogado a cueca numa lixeira do corredor do edifício, mas recorrí ao Fernando e sua ótima memória, que me lembrou de eu ter atirado debaixo do carro, ou seja, foi pior do que me ocorria. Contei o acontecido e, é claro tomei uma bronca do meu pai. Passados alguns anos, fui namorado da filha do amigo que meu pai vistara e cada vez que adentrava ao prédio lembrava do episódio. Também constatei que deveria ter feito isto mais vezes pelo nível de relacionamento que tive com o então sogro.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Colégio Interno
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Abertura do Blog
Prezados Amigos,
É com satisfação que crio este blog para contar fatos rotineiros, bem como histórias acontecidas nos meus quase 47 anos de vida, sempre sem expor as pessoas a qualquer tipo de situação constrangedora. Acho que tenho bastante notícias, no mínimo curiosas, a relatar.
Sejam bem vindos.
Cordialmente.
Flávio Macedo de Miranda
É com satisfação que crio este blog para contar fatos rotineiros, bem como histórias acontecidas nos meus quase 47 anos de vida, sempre sem expor as pessoas a qualquer tipo de situação constrangedora. Acho que tenho bastante notícias, no mínimo curiosas, a relatar.
Sejam bem vindos.
Cordialmente.
Flávio Macedo de Miranda
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